Indiano pensa em vender rim para ajudar filhos com obesidade grave

Na Índia, duas meninas e um menino extremamente obesos são motivo de desespero para os pais, que mal têm dinheiro para alimentá-los, e temem que os três irmãos acabem morrendo se não receberem tratamento médico adequado.

Yogita tem 5 anos e 34 kg, Anisha tem 3 anos e 48 kg, e o pequeno Harsh tem 15 kg aos 18 meses de idade.

O pai Rameshbhai Nandwana disse à agência Cover Asia Press que tem a intenção de vender um rim para conseguir tratamento para suas crianças, que comem em uma semana o que uma família indiana consome em um mês.

Segundo o diário britânico “Mirror”, Harsh toma oito copos de leite ao dia, enquanto Yogita e Anisha ingerem 8 pães do tipo chapati, 2 kg de arroz, três tigelas de ensopado, seis pacotes de salgadinhos, cinco pacotes de biscoitos, uma dúzia de bananas e um litro de leite, também diariamente.

A mãe passa o dia na cozinha enquanto o pai sai para trabalhar por um salário — cerca de R$ 160 — insuficiente para comprar toda essa comida. Se não ganham mais alimentos, as crianças começam a chorar e gritar. Por causa do peso, elas não conseguem andar.

A família, que vive na cidade de Gujarat, no oeste da Índia, já fez consultas com médicos locais, que acreditam que as crianças tenham síndrome de Prader Willy, que causa descontrole de apetite. No entanto, caso o diagnóstico seja correto, eles tampouco saberiam o que fazer para tratar a doença. Por isso, mandaram os meninos para médicos em hospitais maiores, que, por sua vez, o pai não pode pagar — daí a ideia desesperada de vender um rim.

Fonte: midianews

Anatel determina ligações gratuitas em orelhões do Maranhão

Segundo decisão da Agencia Nacional de Telecomunicações (Anatel), desde a ultima quarta-feira (15), ligações feitas em orelhões da operadora de telefonia Oi no Maranhão, não serão cobradas. A Empresa foi punida devido ao descumprimento da norma que exigia o funcionamento de, pelo menos, 90% dos 650 mil orelhões operados pela empresa, até o dia 31 de março de 2015.

A medida vale, também, para os Estados de Alagoas, Amazonas, Amapá, Bahia, Ceará, Pará, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Paraná, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Sergipe. As ligações gratuitas só podem ser feitas para telefones fixos locais. A decisão é temporária e só será revogada quando a empresa regularizar a situação dos orelhões nos Estados.

Oi Fixo
O que parece é que se depender da operadora Oi muitos dos telefones públicos continuaram sem funcionar por muito tempo, levando em conta que a prestadora se quer realiza reparos em linhas particulares quando solicitado pelos clientes, a maior prova disso é o grande número de reclamações na pagina oficial da Oi no Facebook, onde todos os dias centenas de usuários reclamam de serviços contratados e não entregues pela prestadora que é acusada por muitos de estelionatária devido as contantes cobranças indevidas nas faturas de seus clientes. A Oi também é campeã de reclamações no site Reclame AQUI, que atualmente é considerado uma das principais fontes sobre informações de consumo no Brasil. Sem falar que a prestadora não demonstra nenhum respeito por seus clientes que passam dias, meses, a espera de um simples reparo.

Fica a Dica
Eu editor deste e usuário desta prestadora, já passei por vários casos... E com minha experiencia de usuário, do péssimo atendimento, dos péssimos serviços de telefonia fixa e internet banda larga, não recomendaria Oi a ninguém!

87% dos Brasileiros são favoráveis à redução da maioridade penal

Um levantamento realizado pelo Datafolha, instituto de pesquisa do Grupo Folha, apontou que 87% dos brasileiros são a favor da redução da maioridade penal de 18 para 16 anos.

De acordo com a pesquisa, o percentual é o maior já registrado na comparação com estudos anteriores sobre o mesmo tema. Nos anos de 2003 e 2006, pesquisas apontaram que 84% eram a favor da redução da idade.

Ainda segundo o Datafolha, os que são contras a mudança somam 11% - mesmo percentual da última pesquisa. Indiferentes e que não souberam responder totalizam 2%.

Em algumas regiões do país, como Centro-Oeste e o Norte, o percentual de pessoas favoráveis à redução da maioridade penal ultrapassa 90%.

Já a maior rejeição à proposta, de acordo com o levantamento, está entre pessoas mais escolarizadas, 23%, ou com renda superior a dez salários mínimos, 25%.

A pesquisa do Datafolha foi realizada na última semana, entre os dias 9 e 10 de abril, e ouviu 2.874 pessoas de 171 cidades diferentes.

A PEC: No final de março, a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou por 42 votos a 17 a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 171, de 1993, que defende a redução da maioridade penal de 18 para 16 anos.

Com a decisão, a partir de então será criada uma comissão especial que debaterá o assunto por cerca de 40 sessões antes que o tema seja levado ao plenário. Antes de passar a vigorar, a proposta terá que ser votada na Câmara e no Senado.

A PEC que defende a redução usa até mesmo trechos da Bíblia para justificar o pedido de mudança na lei.  O documento de duas páginas em três momentos diferentes faz menção a trechos bíblicos.

Um deles, do Antigo Testamento, fala sobre a responsabilidade da alma sem que a idade seja levada em consideração: “A alma que pecar, essa morrerá” (Ez. 18).

“A partir da capacidade de cometer o erro, de violar a lei surge a implicação: pode também receber a admoestação proporcional ao delito - castigo”, afirmou ainda o documento.

Em um segundo momento, a PEC também menciona Davi, um personagem bíblico jovem, responsável e completamente capaz de combater o inimigo quando necessário.

Por fim, o documento ainda traz uma passagem de Salomão: “Ensina a criança no caminho em que deve andar, e ainda quando for velho não se desviará dele”. Presumindo que uma criança quando educada na época certa nunca precisará ser punida quando mais velha.

Fonte: msn

Cantora Maranhense solta a voz no Iluminados, mas é eliminada na quarta rodada da competição

A cantora de Imperatriz, Olívia Heringer, participou do quadro Iluminados do Domingão do Faustão, na noite de domingo (12), disputando a última vaga com Ester Freitas, Aprígio Bertholdo, Rik Oliveira, Keity Carolin, Junior Silva e Janeh Magalhães.

Paula Toller e Zezé Di Camargo foram os jurados dessa última etapa antes da final.

A 3ª rodada deu início com Junior Silva cantando "final feliz", de Jorge Vercillo. As luzes vermelhas acenderam para Janeh Magalhães e Olívia Heringer, salva por Zezé Di Camargo, e Rik Oliveira, salvo por Paula Toller.

Olívia começou a 4ª rodada cantando "bad romance", de Lady Gaga. Junior Silva e Olívia Heringer ganharam as luzes vermelhas e apenas Junior Silva pôde ser salvo pela dupla de jurados, Zezé e Paula, que teve que entrar em consenso.

Ester Freitas foi a melhor da noite, ganhou 50 mil reais e a vaga para a finalíssima do quadro "Iluminados" do Domingão do Faustão.

Agradecimento
Em sua fan page, Olívia Heringer agradeceu pelas orações e pela torcida. "pessoal, muito obrigada pelas mensagens, pelas orações, pela torcida e pelo carinho! vocês foram incríveis! dava para sentir uma energia ótima e do bem em todos os momentos. fiquem com Deus", disse Olívia, no Facebook.

Após convites, Solange Almeida descarta nu: ‘Não ficaria à vontade’

Diva da música nordestina, Solange Almeida faz muito sucesso comandando a banda Aviões do Forró, ao lado de Xand Avião.
Fora dos palcos, a cantora desperta a admiração dos fãs por conta das formas conquistadas desde que fez uma cirurgia de redução de estômago e perdeu mais de 50kg. Em entrevista ao Gshow, nos bastidores do Esquenta, Sol comenta que o interesse pelo seu novo shape também vem dos empresários das publicações adultas, que já a convidaram para posar nua.

“Depois que emagreci, em 2008, surgiram vários convites. Inclusive o balé do Aviões já posou para uma edição especial que recusei. Me senti lisonjeada [com os convites], é um trabalho artístico que sempre achei lindo, mas não faria, acho que não ficaria à vontade”, declara ela.

Aos 40, Solange ainda faz questão de deixar claro que vive um momento de plenitude em todas áreas. “Tenho quase 41 e não nego, falo com muito orgulho. É bom chegar a essa idade com uma certa experiência, em dia com sua alma e o seu corpo. E só vejo pelo lado positivo”, conclui.

Índios Guajajara mantêm reféns funcionários da Disei em Bom Jardim

Índios da etnia Guajajara estão a dois dias mantendo como reféns dois homens e quatro mulheres na aldeia Maçaranduba, que fica localizada dentro do município maranhense de Bom Jardim, a 275 km de São Luís. As seis pessoas mantidas em cativeiro pelos indígenas seriam funcionários do Distrito Sanitário Especial de Saúde Indígena (Disei).

De acordo com o cacique Antônio Wilson, os indígenas reivindicam melhores condições de saúde para os 400 índios que atualmente residem na aldeia Maçaranduba. Ele afirma que o valor repassado pelo o governo federal destinado a aplicação de recursos na área da saúde não estão sendo aplicados com exatidão. “Nós sabemos que existe um dinheiro destinado para a nossa saúde e esse valor não está chegando até a gente porque o posto onde a gente se consulta não tem nada”, desabafa.

Ele acrescenta que falta material básico no Polo-base de Saúde. Segundo o cacique, o posto, que tem como finalidade realizar atendimento aos indígenas na área de saúde da mulher, da criança, do idoso, imunização, saúde mental e saúde bucal, não possui materiais básicos como aspirinas, injeções e até soro fisiológico, o que tem gerado muito desconforto por parte dos indígenas que vivem na área. “Não tem nada aqui. Não tem remédio, não tem injeção, não tem atendimento, não tem médico para cuidar da gente”.

Além de uma melhor infraestrutura no Polo-base de Saúde, os índios também pedem a presença do coordenador do Disei, Alexandre Cantuária, na aldeia Maçaranduba, a fim de que possam entrar num acordo sobre os pedidos dos indígenas.

Sobre a situação na aldeia Maçaranduba, o coordenador da Fundação Nacional do Índio (Funai) no Maranhão, Daniel Cunha de Carvalho, disse ao G1, por telefone, que todas as reivindicações exigidas pelos indígenas é de total responsabilidade do Disei e que a única função da Funai é tentar estabelecer um diálogo entre os índios e os órgãos vinculados a eles. "A Funai não é responsável pela saúde do índio. Esse é um papel do Disei. Nós apenas mediamos o diálogo entre o índio e os órgãos", afirma.

Fonte: g1/ma

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